Tédio, Doença, Dúvidas e Pressões.
Olá a todos (Clássico início de comentário nesta extrovenga)Como sabem, andei me afastando mais uma vez de São Paulo por dúvidas graves que persistiam em bater contra a minha cabeça, fui a Brasília, enfim, vide último texto...Voltei de Brasília com uma estranha sensação de que deveria ter ficado lá, fácil de se entender, pois lá estava tudo mais tranquilo, em uma falta de movimento apaixonante, a qual eu não queria deixar para trás.A Racionalidade pesou, e aqui estou eu, de volta para o meu formigueiro, grande formigueiro mais conhecido como São Paulo, trabalhando, estudando, e pensando, pensando muito sobre o que ando fazendo com a minha vida, sobre meu emprego, sobre os amores possíveis e impossíveis, sobre os meus pais e suas pressões contra (ou a favor, um dia saberei?!) mim, e me sentindo um idiota de 17 anos novamente, como eu já havia dito em algum destes textos aí do arquivo, há não muito tempo atrás.A Confusão generalizada paira sobre a minha mente.Vida pessoal depois de Brasília? Amigos, cinema, livros, trabalho, e doença! Doente de novo por conta da minha garganta inflamada, da febre, e da má alimentação provocada pelos meus quinze minutos de intervalo no serviço.Tudo muito vazio, muito sozinho, e até um pouco triste, ainda não encontrei a cor que via em tudo depois da volta da viagem, que era pra me deixar tranquilo, e acabou me deixando maluco.O Documentário que assisti neste Sábado, no "É Tudo Verdade 2006" do Jean-Claude Bernardet, "São Paulo Sinfonia-Cacofonia" detonou com a minha cabeça, eu saí do cinema atordoado, com mania de perseguição e me sentindo sufocado. As coisas por aqui (referindo-se a cidade) ficaram mais sem sentido ainda! Socorro! Eu estou enlouquecendo!Enfim, essa porcaria de garganta voltou a me deixar com tempo livre, e por isso muitos pensamentos nefastos andam dinamitando a minha massa cerebral, acredito que alguém deveria estudar o poder de auto-controle dos grandes nomes da Grécia Clássica, porque não enlouquecer com tanto tempo livre é algo muito interessante!No mais, pintou por aí um companheiro pra dividir o apartamento nos Campos Elíseos, e de progresso, só isto mesmo por enquanto.Eu juro que preciso de ajuda! Alguém aí está disposto a ouvir maluquices pessoalmente? É só marcar, estarei lá! Prometo!Fico por aqui, senão me internam de vez.Até
Sobre as Esquinas de Brasília (Sim, há esquinas lá)
Olá a todos;
Aqui estou eu, de volta da Capital Federal, depois de ter realizado um sonho que acalentava desde a infância, explico: Quando pequeno, era uma criança normal, porém apegado demais aos livros sobre História que possuímos até hoje na casa de meus pais. Dentre estes livros, um Atlas antigo, de 1957, que eu ficava olhando por longas horas. Dentro dele, uma coisa me chamava a atenção, o projeto do “Plano Piloto”, descrito no mapa como o plano da futura capital do País, Brasília.
O Projeto fascinava, principalmente porque eu não o entendia. Desde então, pensava naquele projeto, e em como ele seria ao vivo, Brasília então me fascinava a distância, e assim eu procurava saber tudo sobre a cidade, ver fotos, tudo para tentar entender aquela cidade que é a materialização do sonho de um punhado de visionários (esqueçamos motivos políticos e sejamos poéticos por favor!).
E então, fui a Brasília, ansioso, preocupado se iria me decepcionar, enfim.
Lá, na Capital Federal, contei com a hospitalidade e com a prestatividade de duas pessoas a quem posso chamar de amigas, a Nara, que eu ainda não conhecia, e a Flora, que eu conhecia apenas via internet. A Nara foi a primeira que conheci pessoalmente, com a impossibilidade da Flora me buscar no Aeroporto, esta enviou a Nara, que me encontrou no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek com um belo sanduíche em mãos, e lá esperamos seu ex namorado e atual amigo, que me levou até a “pousada” em que eu me hospedaria. A Nara e seu amigo atravessaram a cidade toda para me esperar lá no Aeroporto, impossível não se esvair em agradecimentos.
Ressaltando que já do avião, aquele organizado chão de luzes me causou estranheza e ao mesmo tempo curiosidade, em saber como tudo aquilo funcionava.
Do Aeroporto até a Asa Sul, aonde me hospedei, pude ter idéia da amplidão, dos espaços, da cidade democraticamente planejada, que remete a uma Berlim Oriental Brasileira, e principalmente, a paz, a cidade transmite extrema paz, tranqüilidade, é impressionante.
Já na pousada, aonde fui deixado pelos Brasilienses acima citados, não resisti e saí para andar pela cidade, aonde pude ver coisas como o Eixo Monumental, a Catedral de Brasília, os Ministérios, o Congresso Nacional/Senado Federal entre outras coisas que já me mostraram de cara a singularidade de Brasília.
Ao retornar, saí com a Flora, que sacrificou seu tempo, seu sono e seus estudos para me acompanhar em Brasília, e me apresentar sua cidade. Fiquei sem jeito por causar tudo isso que falei até agora, só tenho a agradecer pela companhia, que foi maravilhosa.
Enfim, gostaria de listar, antes das fotos os pontos positivos e negativos de Brasília, e porque eu acredito que todos deveriam conhecer esta cidade:
Pontos Negativos:
1 – Calçadas, Brasília é uma cidade extremamente rodoviarista, que maltrata quem anda pelas suas calçadas, que em muitos lugares simplesmente inexistem.
2 – Transporte Coletivo: O Transporte coletivo de Brasília, apesar de contar com bons ônibus, é de pouca regularidade, e eles podem te deixar na mão facilmente.
3 – Preços: Brasília é a cidade mais cara do Brasil, não se paga tão caro pra se comer, porém, paga-se muito para se hospedar por exemplo.
4 – Distâncias: Tudo em Brasília é longe, para o Brasiliense, vinte quilômetros é vizinhança ainda, portanto, há a necessidade de se estar próximo ao centro da cidade para poder conhecer as coisas com tranqüilidade.
5 – “Baladas”: Se Você espera ir a Brasília para conhecer as “baladas” da cidade, esqueça, não há muitas opções, fique com os bares, restaurantes e outros pontos de encontro se quiser ver a gente de Brasília. Ou não seja exigente, não faça comparações com outros lugares, afinal, cada um tem seu tipo de noite, e de singularidades.
6 – Radares: Com as grandes avenidas, Brasília é “minada” de radares, portanto, atenção as placas de limites.
Pontos Positivos:
1 – Paz: Brasília transmite uma paz incrível, tranqüilidade, a cidade é muito espaçada e superdimensionada.
2 – Trânsito: O Trânsito de Brasília é espetacular, grandes avenidas, poucos semáforos e cruzamentos, superdimensionada até para os carros.
3 – Pedestres: O Brasiliense é extremamente educado quando se trata do pedestre, se você estiver atravessando a rua em uma faixa, é só fazer um sinal com as mãos que o carro, ônibus ou caminhão certamente parará na faixa para você atravessar.
4 – Verde: Brasília é uma cidade repleta de árvores bonitas, gramados, parques, grandes praças e muitas, muitas áreas verdes mesmo. E no entorno da cidade, se constata a bela presença do Cerrado do Planalto Central, ainda em portentosa quantidade.
5 – Arquitetura: Brasília é um grande monumento, você verá uma cidade que se parece muito com uma grande maquete, em escala 1:1. É Importante se apegar aos prédios, construções e monumentos em geral, em cada um você achará uma coisa especial.
6 – Pluralidade: A Cidade foi formada por gente que veio de todas as partes do País, e de fora dele também, portanto a diversidade de tipos de pessoas é grande.
7 – Segurança: Brasília é uma cidade extremamente segura se comparada com São Paulo, embora os Brasilienses que conheci sejam um pouco paranóicos em relação a segurança, eu andei com tranqüilidade por toda a cidade.
Enfim, em minha opinião, todo Brasileiro deveria conhecer a sua Capital, é uma cidade única, e para entender Brasília, só estando lá.
Falo com segurança que deixei uma pequena porção de mim lá no Planalto.
Valeu, e vamos as fotos:

Flora e Nara, as minhas Flores do Cerrado, meus anjos da guarda em Brasília.

As Flores diante das Flores da Catedral de Brasília.

Este grande Pregador de Roupas, nada mais é que um Pombal, o lar das pombas que vivem na praça frontal ao Palácio do Planalto.

O Palácio do Planalto e sua famosa rampa.

Centro de Diversões Norte/Conjunto Nacional.

Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios, Catedral de Brasília e o Congresso/Senado com seus pratinhos de boca para cima e para baixo.

Área Central da Cidade, Torre de Rádio e TV, e o Absurdo e maravilhoso céu de Brasília.

Por estas plaquinhas, você se orienta em Brasília, Setor e Quadra.

W3 Sul, uma das vias que corre contínua desde o Extremo Norte, até o Extremo Sul do Plano Piloto, após o Centro, em direção a Asa Norte, ela se chama W3 Norte.

Sobre a Mesa do Beirute, o Restaurante mais antigo da cidade, aberto em 1966, vêem-se os "flyers" que cobrem a mesa durante todas as noites.

Palácio da Alvorada, Residência Oficial do Presidente da República, suas colunas são o símbolo de Brasília.

Sobre o Lago Paranoá, está esta maravilhosa ponte, recente, mas que já se tornou símbolo da cidade, é a Ponte JK.

O Céu maravilhoso, o Lago Paranoá, e lá no fundo, Brasília.

Terminal Urbano, visto a noite, vê-se na foto também o Teatro Nacional.

Áreas Verdes, para cada faixa de casas da SHIGS, ou seja, das quadras residenciais, há uma destas intercalando as belas e diferentes casas geminadas.

Até em matéria de sinalização Brasília é diferente e bonita, todas as placas de sinalização da cidade seguem este modelo.

Teatro Nacional.

Eu, pequeno, defronte aos grandes Candangos.

Flora, minha Flor do Cerrado em sua clássica pose para fotos.

O Sol, e o Lago Paranoá.

Muito Prazer, eu sou Juscelino Kubitschek, e este é o meu memorial (Memorial JK)

Congresso Nacional/Senado Federal.

Espaço Lúcio Costa, e a Maquete de Brasília (Plano Piloto)

A Rampa do Palácio do Planalto.

Catedral de Brasília e seus vitrais em visão noturna.

O Minhocão, da UnB, Universidade de Brasília, também em visão noturna.

As Belas Calçadas das quadras residenciais, em visão noturna.

Palácio da Justiça.
Setores Comerciais, em cada quadra há um exatamente igual.Enfim, meu scanner simplesmente estuprou as fotos, peço desculpas pela má qualidade.Saudoso da Capital Federal, fico por aqui.Até.
Fotos - Série "São Paulo":
Amigos;
Como há muito não coloco algumas fotos aqui no blog, resolvi separar as fotos que tenho, e que nunca estiveram por aqui em algumas séries, e publicá-las neste singelo espaço.
A Primeira série, é de fotos que tirei da cidade de São Paulo, espero que apreciem!
Abaixo de cada foto, há um comentário inserido por mim, portanto, sem mais delongas, aí vão elas:
Centro - Páteo do Colégio: Monumento em Homenagem à Fundação da Cidade de São Paulo, de 1912, nele se acha a inscrição: "Glória Immortal aos Fvndadores da Cidade de São Pavlo"
Centro - Avenida Ipiranga x Avenida São João: Final de Tarde, a vista é da Avenida São João correndo no sentido do Vale do Anhangabaú, o ônibus está vindo da Av.São João, e entrando na Ipiranga sentido Consolação.
Centro - Páteo do Colégio: Eis o Colégio de São Paulo de Piratininga, e a Capela dedicada ao Beato José de Anchieta, aqui, em 25 de Janeiro de 1554, tudo começou.
Centro - Largo do Café: O Largo do Café fica na confluência das Ruas Álvares Penteado (vista na foto) e da Rua São Bento, fica atrás da Bovespa, Bolsa de Valores de São Paulo. A Foto foi tirada em um início de noite, e é cotidiana.
Centro - Praça da Sé: Se há uma praça que se assemelha a ágora Grega, esta é a Praça da Sé, palco de todo o tipo de manifestação cultural da cidade, e de vários povos que compoem esta babel. A Foto mostra a Catedral Metropolitana de São Paulo, ou simplesmente Catedral da Sé, que começou a ser construída em 1912, e foi concluída em 1954. Alguns detalhes da igreja foram concluídos de acordo com o projeto original na última reforma da Catedral, concluída definitivamente há dois anos.
Cerqueira César - MASP: Do Vão Livre do MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, a vista do prédio do museu, projetado e executado na década de 1940 por Lina Bo Bardi. Na Foto, o projeto moderno do MASP convive com o antigo Edifício Dumont, ao seu lado. O Vão Livre do MASP é abrigo das maiores manifestações da Cidade de São Paulo, e fica na Avenida Paulista, em frente ao Parque Tenente Siqueira Campos, ou, Parque Trianon, como os Paulistanos o chamam.
Cerqueira César - Vão do MASP: Como todos sabem, a Avenida Paulista corre exatamente sobre o topo de uma Serra, chamada de Espigão Paulista, e possui uma altitude média de 950m. Sendo assim, temos uma bela vista a partir do Vão Livre do MASP, aqui, vemos a Avenida Nove de Julho correndo no sentido do Centro da Cidade, e sobre ela, temos o viaduto da Rua São Carlos do Pinhal, abaixo do MASP, sob a Venida Paulista, está o Túnel Nove de Julho, em art déco, marco arquitetônico da cidade.
Em Algum Lugar das Profundezas da Capital Bandeirante: O Metrô, inaugurado em 1972, é o maior sistema em operação no Brasil, além de ter sido o primeiro. A Foto foi tirada na Linha Norte-Sul (Ou Linha Azul), que liga os Bairros do Jabaquara (Zona Sul) ao Tucuruvi (Zona Norte), e que foi a primeira linha aberta pela Cia.do Metropolitano de São Paulo. Orgulho da cidade, o Metrô de São Paulo é o segundo mais limpo e eficiente do mundo.
Campos Elíseos - Alameda Barão de Limeira: Esquina com a Rua Vitória, no nº30 - Alguém conhece este belo Prédio?
Centro - Edifício Banco do Estado de São Paulo: Ou apenas "Prédio do Banespa", um dos mais altos da cidade, é também um de seus marcos arquitetônicos. A Visão é da Avenida São João, correndo em linha reta em direção a Zona Oeste da Cidade, ao fundo, vemos a Serra da Cantareira (Parque Estadual da Cantareira) riscando o horizonte. A Serra da Cantareira é a maior reserva florestal urbana do mundo, e abriga o Sistema Cantareira, concluído por volta de 1890, e que hoje abastece de água potável cerca de 9 Milhões de Paulistanos.
Centro - Avenida Nove de Julho: Partindo da Praça da Bandeira, e alcançando o Rio Pinheiros na Zona Sul, esta é a Avenida Nove de Julho, que também dá acesso a Zona Oeste da Cidade e à Cidade Universitária. Foi Inaugurada em 1954, e por trazer em seu nome a data da revolução constitucionalista de 1932, o Presidente Getúlio Vargas fez de tudo para mudar seu nome, não conseguiu, e possivelmente São Paulo é uma das únicas cidades do Brasil a não ter nenhum logradouro público com o nome Getúlio Vargas, que é persona non grata dos Paulistas.Até, em breve colocarei uma segunda série por aqui.
Errata:
Perdão aos leitores pelos erros de Português no último texto, ainda estou me acostumando com um novo teclado que adquiri, em substituição ao meu antigo, que se desintegrou e virou plâncton.Portanto, peço paciência.
Não Abala meu Sentimento...
Tenebroso carnaval de proletário...Trabalhando todos os dias deste odioso período a qual só se aproveita os feriados, ou em meu caso, nem mesmo isto.Enfim, com uma Quarta-Feira livre, resolvi ir até o Centro de minha adorada e estuprada terra para resolver alguns problemas, andando pelas ruas em sincero caso de amor com a cidade e seu Centro, após resolver os "pepinos" e visitar um belo apartamento na Rua Doutor Falcão, atrás da prefeitura, resolvi comer um Bauru no Ponto Chic, o lugar aonde foi inventado o Bauru, e que fica no Largo do Paissandu.Comi o meu lanche, lambi meus dedos, e saí daquele simpático restaurante me achando realmente um sortudo por morar em tão linda cidade, apesar de suas gravíssimos problemas. Continuo andando em direção ao Vale do Anhangabaú, tendo como destino o Parque Dom Pedro II, aonde todos os proletários como eu, pegam seus respectivos ônibus para voltar as suas respectivas moradas.Minha trajetória foi interrompida então por um homem negro, de paletó, camisa e gravata, que encostou uma arma (cromada, acho que era um calibre 38 com "estilo") na minha barriga, apenas para roubar meu aparelho de telefone celular, e alguns trocados que haviam em minha carteira. Na Hora, várias coisas passaram pela minha cabeça, nada dessa coisa de "um filme" e sim um pensamento altamente materialista e capitalista, coisas como "não terminei de pagar esse telefone ainda e ele não tem seguro", ou "e se ele pegar meu cartão e quiser que eu saque todo o dinheiro da minha conta?". Tem Gente que diz: "é só dinheiro", ou "é só um celular", concordo que levar um tiro seria deveras pior, porém, acredito que quem profere tais palavras, ou o faz por consolo idiota, ou tem muito dinheiro, que permite a compra de diversos aparelhos, ou então um prejuízo financeiro de certo vulto por mês.Não interessa... Depois disto fiquei atordoado, demorei alguns segundos para colocar a cabeça em ordem e descer a Avenida São João atrás de uma viatura da Polícia Militar, fui bem atendido pelos soldados, Tobias ficaria orgulhoso, e andei de camburão, uma sensação que não se repetia desde os meus tempos de extrema rebeldia estudantil.Obviamente, não encontrei o tal homem que levou meu aparelho embora, é um profissional no que faz, já deveria estar negociando o aparelho em algum buraco não muito longe dali, e pensando no próximo Paulistano que iria perder seu celular, ou seu dinheiro, ou quem sabe a própria vida.Fiquei ali mesmo na Avenida São João, retirei algum dinheiro no banco que me permitisse voltar pra casa, e mesmo atordoado, a minha paixão pela minha terra não diminuiu nem um pouco, não estou em uma crise neste relacionamento não correspondido, continuo amando a cidade, e não vou deixar de ir a lugar algum por conta de um celular, como é de costume dos Paulistanos, desta forma, a população abandona lugares da cidade, e se fecha em suas redomas de aço e vidro, e com cercas elétricas, cães ferozes, seguranças...Acredito que se todas as pessoas não deixasse de valorizar o Centro, falando em termos de cidade de São Paulo, o Centro não teria que ser revitalizado, e as políticas para isto não seriam tão custosas, e tão dependentes do poder público municipal, que é obviamente moroso.Enfim, alguns reais mais pobre, aqui estou eu dando um discurso inútil e defendendo uma cidade que é ninho deste tipo de gente, não venham me falar de vítimas do sistema por favor!Mas, como diria Laerte: "São Paulo para os Paulistanos é um mal necessário, uma coisa de que eles não conseguem se livrar, uma dependência doentia"E Como diria o afamado Tom Zé, em sua música São Paulo, Meu Amor: "Porém com todo defeito, te carrego no meu peito"É gente, Brasil... Este sim é um mal não necessário...Até...